Hello! My strawberries!

Demorei mas voltei com os assuntos do "Precisamos falar sobre" (aee). Hoje é sobre um dos assuntos que mais amo: VINIL! Quem me vê no facebook, sabe que eu vivo postando os que estou ouvindo e os vinis novos que compro.

 
"Nossa Isabela, em pleno século XXI e você ainda ouvindo vinil?" Claro mi amores! Tem som mais gostoso, melodioso e relaxante que um bom vinil numa boa vitrola? Com todos seus chiados e batuques? Claro que vinil riscado que fica pulando música, to passando longe kkk 




"Mas de onde veio a ideia de falar sobre isso?", a resposta é fácil: Fui numa feira do vinil aqui da cidade e senti que essa era a hora de expor meus amores no blog e falar um pouco sobre a história desse objeto que revolucionou nosso modo de ouvir música. 
 
 Vamos conhecer um pedacinho da história do Vinil?

O disco de vinil, conhecido simplesmente como vinil, ou ainda Long Play (LP) é uma mídia desenvolvida no final da década de 1940 para a reprodução musical, que usa um material plástico chamado vinil (normalmente feito de PVC), usualmente de cor preta, que registra informações de áudio, que podem ser reproduzidas através de um toca-discos.

O disco de vinil possui microssulcos ou ranhuras em forma espiralada que conduzem a agulha do toca-discos da borda externa até o centro no sentido horário. Trata-se de uma gravação analógica, mecânica. Esses sulcos são microscópicos e fazem a agulha vibrar. Essa vibração é transformada em sinal elétrico. Este sinal elétrico é posteriormente amplificado e transformado em som audível (música).

O vinil é um tipo de plástico muito delicado e qualquer arranhão pode tornar-se uma falha, a comprometer a qualidade sonora. Os discos precisam constantemente ser limpos e estar sempre livres de poeira, ser guardados sempre na posição vertical e dentro de sua capa e envelope de proteção (conhecidas, vulgarmente, como capa de dentro e de fora). A poeira é um dos piores inimigos do vinil, pois funciona como um abrasivo, a danificar tanto o disco como a agulha.




O disco de vinil surgiu no ano de 1948, tornando obsoletos os antigos discos de goma-laca de 78 rotações - RPM (rotações por minuto) - que até então eram utilizados, existentes desde 1890. Os discos de vinil são mais leves, maleáveis e resistentes a choques, quedas e manuseio (que deve ser feito sempre pelas bordas). Mas são melhores, principalmente, pela reprodução de um número maior de músicas - diferentemente dos discos antigos de 78 RPM - (ao invés de uma canção por face do disco), e, finalmente, pela sua excelência na qualidade sonora, além, é lógico, do atrativo de arte nas capas de fora. 
A partir do final da década de 1980 e início da década de 1990, a invenção dos compact discs (ou CD, então lançado em agosto de 1982 na Alemanha pela Polygram) prometeu maior capacidade, durabilidade e clareza sonora, sem chiados, fazendo os discos de vinil ficarem obsoletos e desaparecerem quase por completo no fim do Século XX.

 Processo de fabricação:
 
 - Discos de vinil de 12 (LP), 10 (EP) e 7 (single) polegadas, respectivamente.

- A sonda Voyager leva consigo um disco de ouro com vários sons característicos do ser humano, sons e canções de todo o tipo de culturas; o formato escolhido foi o disco com sulcos, já que é o formato com o funcionamento mais simples de todos. Na foto vê-se a frente do disco, sendo o lado com a gravação o de trás.
 
- A gravação e produção do disco de vinil segue um processo mecânico complicado, do tipo analógico, que se completa em sete etapas. Apesar da complexidade, a produção de um disco não dura mais de meia hora no total. 


- Depois de a música ser gravada, misturada e masterizada em estúdio, em fita magnética ou, na  atualidade, em algum suporte digital, esta gravação é remasterizada para adaptar ao meio em que vai ser gravada, o que é especialmente importante nos discos de vinil devido à sua resposta na frequência, à interferência entre canais (estéreo, por exemplo) provocado pelo processo mecânico de corte e posteriormente pela leitura por agulha, e pela dependência do tempo total disponível no disco relativamente ao volume da gravação, sendo este um processo decisivo no resultado final.
 
- O processo de remasterização pode implicar (dependendo da técnica e equipamento usado) a eliminação de certas frequências, um trabalho aturado sobre a diferença de fase de áudio (entre canais), assim como a normalização do nível de volume (nível sonoro do sinal), que pode passar por compressão, determinação da intensidade relativa dos instrumentos entre os canais, e determinação da largura e profundidade do sulco em função da duração total da obra a gravar no disco, uma vez que quanto maior o volume da gravação mais largura ocupará o sulco e portanto menor será a duração máxima possível do que se poderá gravar no disco em causa. 


- Nesta fase, conhecida como "cortar a matriz" (também se pode cortar um dubplate se o objetivo final não é prensar outros discos) transfere-se o conteúdo da fita dita master para a matriz de acetato também conhecida como lacquer master. É um disco geralmente feito de alumínio polido recoberto com um banho depositado por gravidade de laca nitrocelulósica (acetato de nitrocelulose) negra, ou (dependendo do fabricante) com tons azul ou avermelhados, e com uma espessura entre 0,6 e 1 mm. O equipamento usado para o corte da matriz de acetato é conhecido como "torno vertical de gravação fonográfica", o qual contém uma cabeça de corte que grava (corta e modula o corte) o sulco, transferindo a música contida na fita master para o matriz de acetato, passando entretanto por um processador que lhe aplica uma equalização especial chamada curva RIAA para gravação, o qual adapta o sinal registrado às características físicas de um disco de vinil. As entradas "phono" de um amplificador ou mesa de mistura diferenciam-se de qualquer outra entrada do mesmo equipamento (para CD, por exemplo) por incorporarem uma equalização inversora da curva RIAA de gravação, e chamada curva RIAA de reprodução. A necessidade deste processo de equalização deve-se às características mecânicas do processo de gravação e reprodução, e às suas inerentes limitações e características.

- Uma vez gravada a matriz de acetato ou master, esta é lavada com detergentes e coberta com cloreto de estanho, o qual permite a aderência de uma delgada capa de prata que é então aplicada.

- O disco já prateado é submerso numa solução de níquel, que adere ao disco e o cobre por completo, por processo galvânicos (aplicação de uma corrente elétrica). Este disco, assim preparado, é então retirado e novamente lavado. A este processo chama-se banho galvânico ou galvanoplastia.   

- A capa de prata e níquel é então retirada da matriz de acetato, obtendo-se portanto uma cópia negativa da mesmo, chamada simplesmente matriz, "macho" ou disco pai.

- Do disco matriz, é obtida uma cópia positiva, chamada disco mãe. Se este disco contém a informação correta o processo é repetido até se obterem mais oito discos "mãe". De cada uma das 8 cópias do "disco mãe" fazem-se duas cópias negativas, chamadas discos estampadores ou "carimbos". Este processo é repetido com o outro disco pai que representa o outro lado do disco final.

- A partir do "disco estampador" (ou "carimbo") tiram-se as cópias positivas finais ou copias comerciais, por simples prensagem de uma pastilha quente de cloreto de polivinilo ou mais modernamente de poliéster, chamado o "donut", entre os dois carimbos, moldes estampadores ou matrizes correspondentes às duas faces do disco. 

- Finalmente adiciona-se, por simples colagem, a etiqueta em cada face do disco, identificando o seu conteúdo. Esta cópia final é a que é vendida ao público. Atualmente as tiragens de discos de vinil com cada matriz de acetato não ultrapassam em geral a centena de unidades, quando na sua época se atingiam tiragens de muitos milhares.

- Existe ainda uma técnica denominada "direct metal mastering" (masterização direta em metal) ou DMM na qual a música é transferida diretamente para um disco metálico relativamente pouco duro, em geral de cobre. Por este processo, apenas é necessário seguir o processo galvânico para obter os estampadores, diminuindo os custos de produção. Também existem discos em que o processo de corte é efetuado a uma velocidade mais baixa que a de reprodução, normalmente metade ou um quarto, sendo o disco resultante de qualidade notavelmente melhor em toda a banda de frequências audível pelo ouvido humano. Este mesmo processo permitiu também gravar vídeo em discos de vinil, ou áudio multicanal, como foi o caso dos formatos cd4, SQ, QS (ou outros sistemas de 4 canais).

 Tipos:

Durante o seu apogeu, os discos de vinil foram produzidos sob diferentes formatos:
 

LP: abreviatura do inglês Long Play (conhecido na indústria como, Twelve inches--- ou, "12 polegadas" (em português) ). Disco com 31 cm de diâmetro que era tocado a 33 1/3 rotações por minuto. A sua capacidade normal era de cerca de 20 minutos por lado. O formato LP era utilizado, usualmente, para a comercialização de álbuns completos. Nota-se a diferença entre as primeiras gerações dos LP que foram gravadas a 78 RPM (rotações por minuto).
EP: abreviatura do inglês Extended Play. Disco com 25 cm de diâmetro (10 polegadas), que era tocado, normalmente, a 45 RPM. A sua capacidade normal era de cerca de 8 minutos por lado. O EP normalmente continha em torno de quatro faixas.
'Single ou Compacto Simples: abreviatura do inglês Single Play (também conhecido como, seven inches---ou, "7 polegadas" (em português) ); ou como compacto simples. Disco com 17 cm de diâmetro, tocado usualmente a 45 RPM (no Brasil, a 33 1/3 RPM). A sua capacidade normal rondava os 4 minutos por lado. O single era geralmente empregado para a difusão de músicas de trabalho de um álbum completo a ser posteriormente lançado .
Máxi: abreviatura do inglês Maxi Single. Disco com 31 cm de diâmetro e que era tocado a 45 RPM. A sua capacidade era de cerca de 12 minutos por lado.


Analógico X digital:

Diferenças entre os principais formatos de discos:

Os discos de goma-laca de 78 rotações, foram substituídos pelo LP. Depois o CD tomou o lugar de destaque do LP, pois teve ampla aceitação devido sua praticidade, seu tamanho reduzido e som, aparentemente, livre de ruídos. A propaganda do CD previa o fim inevitável do LP, que é de manuseio difícil e delicado. Na verdade, décadas após a criação dos CD os discos de vinil ainda não foram totalmente aposentados.

Entusiastas defendem a superioridade do vinil em relação às mídias digitais em geral (CD, DVD e outros). O principal argumento utilizado é o de que as gravações em meio digital cortam as frequências sonoras mais altas e baixas, eliminando harmônicos, ecos, batidas graves, "naturalidade" e espacialidade do som. Estas justificativas não são tecnicamente infundadas, visto que a faixa dinâmica e resposta do CD não supera em todos os quesitos as do vinil. Especialmente quanto se trata de nuances que nos sistemas digitais são simulados através de técnicas de dithering.

Os defensores do som digital argumentam que a eliminação do ruído (o grande problema do vinil) foi um grande avanço na fidelidade das gravações. Os problemas mais graves encontrados com o CD no início também foram aos poucos sendo contornados. Os sucessores do CD, o DVD-Audio e o SACD, oferecem largura de banda e amostragens superiores ao CD, apesar de sua baixa penetração no mercado, devido à proliferação do mp3, um formato digital independente de mídia, mas com notáveis perdas de qualidade de som devido aos algoritmos de compactação de dados.

Ainda existe o forte aspecto lúdico que os discos de vinil proporcionam segundo os seus defensores, já que a embalagem comercial do LP proporciona um espaço muito maior de exposição em relação ao CD por exemplo; onde costuma-se inserir artes e posters em tamanho muito superior, e de fato vários vinis lançados ao longo dos seus anos dourados (e atualmente também) possuem em suas embalagens verdadeiras obras de arte, muito apreciadas por entusiastas que as manuseiam durante a audição dos discos. Este ritual próprio de desembalar, manusear cuidadosamente o disco, apreciar a arte dos grandes encartes, virar manualmente os lados quando estes acabam é muito apreciado pelos defensores desta mídia analógica, representando uma melhor apreciação do som e do produto mercadológico oferecido pelo artista.

Por estes motivos até hoje se fabrica LP e toca-discos em escalas consideráveis, bem como intensa procura e troca de novos e usados, que são objetos de relíquia e estima para audiófilos e entusiastas de música em geral.


Ressurreição do vinil:

Nos EUA, o comércio de vinil voltou a crescer acima de 50% em 2014. De acordo com o The Wall

Street Journal, ao todo 9,2 milhões de LPs foram vendidos no ano passado, um crescimento de 53% em relação a 2013. No total, a pesquisa de Nielsen SoundScan aponta que as compras dos discos nos EUA representam 6% de todo consumo de música no país. Entre os artistas que mais venderam disco de vinil, estão: Artic Monkeys, Lorde, Lana Del Rey, Lady Gaga, entre outras bandas que atraem um público mais jovem no país e no restante do mundo.


No Brasil:

No Brasil, O LP foi lançado comercialmente em 1951, mas só começaria a suplantar o formato anterior a partir de 1958 (formato 78 RPM de 10 polegadas fabricados em goma-laca, que foram introduzidos no país em 1902 e abandonados de vez em 1964). Com o lançamento do CD em 1984, anos depois o LP começou a perder espaço (isso a partir de 1992). Em 1991 foram vendidos 28,4 milhões de Lps no Brasil. Em 1993 foram vendidos 21 milhões de CDs, 16,4 milhões de LPs e 7 milhões de fitas cassetes e em 1994 foram 14,5 milhões de LPs. O LP ainda manteve vendagens razoáveis até o final de 1995, mantendo nesse ano vendagens entre 5 e 10 milhões de cópias.
A partir de janeiro de 1996, as vendas do LP começaram a declinar acentuadamente em função da estabilização da moeda (consequência do Plano Real e melhoria do poder aquisitivo da população, que permitiu a população adquirir mídias musicais mais modernas), apesar de nesse ano as vendagens de LP serem de 1,6 milhão de unidades e quase zero no ano seguinte. As grandes gravadoras produziram LPs até 31 de dezembro de 1997, restando apenas uma gravadora independente em Belford Roxo (a Vinilpress), vindo a falir no ano 2000 fazendo o vinil praticamente sair das prateleiras do varejo fonográfico. Apesar disso, uma pequena parte ainda foi comercializada até meados de 2001, quando começaram a popularizar mídias digitais tais como o Ipod e o Napster.
Na segunda metade de 2008, os proprietários da Polysom, informados do volumoso crescimento na venda de vinis nos Estados Unidos e na Europa, depararam-se com a possibilidade de adquirir o maquinário da antiga fábrica e reativá-la. Em setembro do mesmo ano, começaram as diligências e os estudos que resultaram na aquisição oficial, em abril de 2009. No final de novembro de 2009, depois de meses de restauração, a fábrica finalmente fica pronta, sendo feitos os primeiros testes com os LPs produzidos. A fábrica tem capacidade para produzir 28 mil LPs e 14 mil Compactos por mês. Estabeleceu-se como única fábrica de vinis de toda a América Latina, condição que mantém até hoje.


FONTE: WIKIPÉDIA:DISCO DE VINIL


Um pouco da minha história com o vinil:

Escuto vinil desde que me conheço por gente, minha avó tinha diversos discos com histórias infantis, temas de novela e muito sertanejo. Um dia tudo foi doado, perdi o contato com os vinis por quase uma década. 



Na primeira feira do vinil aqui da minha cidade, eu me apaixonei de novo. Naquela época eu já havia me apaixonado e me reencontrado nos Beatles e o primeiro disco que comprei, foi um Help! na edição nacional e ganhei um compacto do John Lennon.

Depois até comprei alguns, ganhei, vendi, comprei de novo... Mas de que adiantava se eu não tinha uma vitrola? Escutei muito da minha mãe: "Mas onde você vai colocar isso? Não tem nem onde ouvir!". Pior é que ela tinha razão, onde raios eu iria ouvir aquilo?
Passei uns bons anos procurando vitrolas que dessem no meu orçamento, mas quando eu ganhei uma vitrola antiga... Sabe o que aconteceu? Ela queimou no mesmo minuto que fui tentar usar! kkk Eu, toda inexperiente no assunto, fui seca pra ouvir meus queridinhos mas a coitada só fez um único barulho: PUF.
Vai num lugar ver, não consertavam aquela marca... No outro ficava muito caro. Foi levando assim até que meu pai jogou fora a vitrola velha. Dai voltei a estaca zero.
Não deixei de comprar vinis, mas vendi muitos (e me arrependo amargamente por alguns). Eu cheguei numa coleção pequena e bem básica até o início do ano: Help!, Yellow Submarine, Let it Be, Rubber Soul e alguns compactos. 
Porem, minha vida mudou no dia 05/06/2016. Uma semana antes do dia dos namorados, recebi o melhor presente adiantado do mundo: Uma vitrola zeradinha, azul, fofa e linda! 
Todo aquele sentimento de desejo por vinis voltou e eu me senti viva pra música de novo. Foi como virar minha vida de ponta cabeça kkk Mas pera, eu precisaria de mais vinis!!

Foi assim que a coleção começou novamente, juntei dinheiro e gastei muito dinheiro com eles. Digamos que eu sou exigente e meu gosto não é muito barato para música. A última feira do vinil esgotou meus bolsos, mas me fez sorrir profundamente kkk Olha todos os meus amores reunidos:
  
Ainda não tenho todos que desejo kkk Mas vou conquistando aos poucos, né?

Dica: Atualmente estou guardando numa caixa organizadora de plástico, só limpar bem e ter um saquinho de sílica ou aqueles desumidificadores que colocamos geralmente em guarda-roupa (vão evitar que crie fungos/mofo caso mantenha a caixa tampada). E ah! Vinil sempre de pé, nunca os guarde deitados. 

"Mas e a feira do vinil Isa?", aaaah essa foi de arrasar corações! Lugar lindo, música ao vivo e muito vinil tocando nos intervalos da banda. Além de que comprei discos raros, ganhei um vinil que queria, tomei chopp artesanal e me diverti muito! Vem conferir as fotos:




Pessoal do Arsenal e Ricks Discos


Quase trouxe esse pra casa, só o preço que não deu pro meu bolso :'(



Melhor ideia!!!! Eu esperei o mês inteiro para conhecer o pessoal do Sonzera - Vinyl Truck
Pessoal do Neves Records e Outras Histórias
Agora vocês já conhecem um pouco sobre uma das minhas grandes paixões! E vocês? Tem vinil em casa também? Gostaram? 










18 Comentários

  1. Vinil é vinil sempre! A qualidade dos cds não chega nem a metade dos Vinis por causa das baixas frequencias sonoras que desaparecem.
    É xará, temos algo em comum :3
    O bom gosto! ehe
    A Bela, não a Fera | Youtube A Bela, não a Fera | Fã Page no Facebook

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  2. Xará <3 realmente, vinil é vinil kkk obg pela visita <3

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  3. AMO!!!! Nossa, foi uma delícia ler seu post, principalmente por conhecer a sua história com o vinil... Realmente, não tem jeito mais gostoso de ouvir música, se eu pudesse tinha uma coleção. Tomara que você consiga todos os que quer!
    E, menina, que gosto musical o seu, hein? Só coisa maravilhosa, arrasou demais!

    http://sweetluly.expressorosa.com/

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  4. Nossa, que shoooow, amei conhecer mais sobre o vinil, que demais! :)
    Meu pai sempre fala que tinha vários, mas acredita que nunca vi um de pertinho? :x
    Beijos

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  5. Meu interesse por vinil sempre se resumiu à arte das capas! Certamente não seria uma colecionadora, mas gostei muito desse post!

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  6. que preconceito desse pessoal com coisas antigas, né? minha mãe vive falando da minha máquina de escrever o.O

    eu adoro vinil! queria muito começar a comprar, mas antes quero uma vitrola hehe (a sua é linda! ❤️)

    ah, detalhe: quase tive um ataque com esses discos dos Beatles *_*

    seu post está incrível. eu não conhecia nem metade da história dos discos :)

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  7. Que demais!!!!
    Lembrei dos MEUS discos, da Xuxa, da angélica, mas eram meus hahaha meu irmão tinha do Michael Jackson, Roxette e Guns. Sem contar os da minha mae e meu pai. Lembro que adorava ficar mexendo neles, olhando as capas. Sempre bem diferentes!
    Tenho vontade de ter discos de novo, quem sabe... Acho até que ainda temos nosso rádio com doca discos... Nem sei se funciona!!!
    Beijos

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  8. Acho sensacional as pessoas que colecionam vinil e os artistas que até hoje produzem, acho um belo item de decoração e uma lembrança linda <3

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  9. Gente... voltei a minha infância agora! Eu cresci com o vinil nasci em 1989 então... tinha muitos na minha casa, uma vez meus pais ganharam de alguém uma caixa cheia deles, tinha muitos conhecidos! Aos sábados minha mãe colocava o do José Augusto, galã musical da época e ficava limpando a casa enquanto acompanhava as músicas e todos os domingos meu pai tirava o carro da garagem, eu colocava a rede e ficava ouvindo os meus preferidos a manhã inteira! A vitrola morava no meu quarto então era só abrir a janela que dava para a garagem e a música ficava ali. Não passava um fim de semana sequer sem ouvir Abba! Amoooooo nossa tempos bons, aos poucos vieram os aparelhos de CD e meus pais deram fim nos vinis e na vitrola, as vezes eu ia no sebo aqui da cidade e passava horas olhando pra eles, as vezes encontrava alguns dos que eu tinha e sentia o gostinho daquela época de novo... Amei o post!

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  10. Nunca escutei um disco de vinil :(
    Antes tinha alguns na casa da minha vó, mas não tinha vitrola e acabou que ela jogou tudo fora, não acreditamos quando ela fez isso.
    Achei bem interessante o seu post cheio de informações, eu não fazia ideia da história do disco de vinil

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  11. Que legal sua coleção. eu adorei
    quando eu era pequena, em casa, lembro de termos um vitrola que tocava LP, era muuuuuito legal. Mas por incrível que pareça minha mãe jogou fora, eu não tinha noção naquela época da coleção que ela tinha, nem ela eu acho, rsrsrs.
    www.oxentebonita.com

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  12. Menina, sou dessas que ainda tem vários vinil em casa, agora quero comprar uma "vitrola" para tocá-los pq a que eu tinha estranhou. Andei vendo uns modelos mais vintage que simplesmente amei!
    Vinil é vida!!

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  13. Amo amo amo vinil! Meus pais guardam váaaarios e ainda escutamos <3

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  14. Menina do céu!!! Meu sonho é ter um vitrola. Já tive alguns vinis também e escutava num rádio bem antigo que tinha uma vitrola na parte de cima de a parte de colocar cd na parte de baixo. Eu amava o som. Mas faz um certo tempo e, mesmo assim, continuo encantada por essa "antiguidade". Um dia pretendo comprar uma vitrola e me acabar de tanto procurar os mais diversos discos que sonho em ter um dia, rs. Enfim, eu AMEI MUITO o seu post. Bem detalhadinho e completo. ❤

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  15. Acho bonito mas não é algo que me atraía tanto assim... Gostei do seu post ser bem informativo, sinto falta disso nos blogs.
    Beijos,Ana.
    www.umlivroenadamais.com

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  16. Eu sou apaixonada por vinil e caramba que post completo!!! Tenho muitos em casa a maioria do meu pai que também não abre mão deles.

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  17. Oie, tudo bem? Que post mais amorzinho <3 Pensei que eu era a única que tinha amor por vinis. Aqui na minha cidade tem um sebo, ele possui um toca discos, nem preciso dizer que a minha vontade é de sempre que vou lá ouvir todos os discos haha Tem disco vermelho, azul, até amarelo já encontrei. No sebo tem disco de novelas antigas, da Xuxa, do Balão Mágico, tem vezes que vou lá e fico quase o dia inteiro (eles precisam me mandar embora pra casa haha #brincadeira). Adorei seu post! Beijos, Érika ^-^

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  18. Que legal saber mais sobre a origem do vinil, era muito criança na epoca mais me recordo do vinil da minha mae 💜 💜 💜

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